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Autoclasica. Bugatti Type 57 Atalante, o Best of Show

Mais relevante dos encontros sul americanos de automóveis antigos, o Autoclasica em 17ª edição registrou recordista participação de quase 1.000 veículos e arranhou 50.000 visitantes. Foi o mais movimentado da sequencia do evento.

A rara carroceria do também raro Bugatti foi moldada manualmente pelo francês Gangloff em apenas 17 unidades. O automóvel, um puro sangue para corridas, empregava motor em alumínio, oito cilindros em linha, 3,3 litros, e é um dos
Bugatti mais valiosos, estimado em US$ 8M. Pertence ‘a família Sielecki, dona de larga e refinada coleção, usuais convidados a participar do Pebble Beach Concours d´Élegance em Carmel, Ca.

Disputou o seleto troféu com outras referências, também mítico Ferrari 250 GT, modelado por Mario Boano, e por referencial Hispano Suiza, marca concorrente de Rolls-Royce e Isotta-Fraschini.

90 mil metros quadrados de área expositiva no Hipódromo de San Isidro, a 50 quilometros de Buenos Aires fazem a festa dos diletantes antigomobilistas, perpassando entre barracas de clubes, de eventos assemalhados, ilhas de veículos separadas por marca ou tipo. Aberto na sexta feira, foi saudado com chuva, transformando o piso da negra terra turfosa num atoleiro preto. Sábado a presença popular iniciou desencantar, permitindo circular bordejando as poças d´água. No domingo a sensação era de viagem para todos os argentinos. Não havia fila para entrada, as aleias estavam vazias. Confortável aos visitantes, sensação de decepção a expositores, pré pânico entre centenas de vendedores de peças, serviços, literatura.

Segunda feira, lá feriado pelo Dia da Raça – qual é a raça dos habitantes da América do Sul, tão frequentada por levas de imigrantes? – o negócio desencantou sob o sol poderoso, visitantes em quantidade industrial, filas bem fornidas e o inacreditável fato ocorrido no caminhão-stand da Paty, vendedora de sanduíches, ter-se encerrado o prato típico de eventos a céu aberto, o Choripan – linguiça assada como churrasco e servida num pão com molho criollo, o nosso vinagrete.

Ampla variedade de prêmios para igualmente ampla variedade de tipos de expositores, incluindo carros de corrida, premiação a produtos nacionais, prestígio ‘as motocicletas, segmento em amplo crescimento.

Até a visitantes estrangeiros é perceptível um ar de arrepios quanto ‘a premiação. Família Peres-Companq, dita a de patrimônio mais saudável na Argentina, levou exemplar de Fórmula 1 ex Michael Schumacher, campeã, para integrar o rol de Ferraris comemorando os 70 anos da marca. Não ganhou sequer medalha de bom comportamento, não mereceu citação, exibindo uma abrasão aparentemente viva entre os colecionadores mais destacados do país.

O Autoclassica, estruturado pelo Club de Automoviles Clasicos, é aula de organização e captação de patrocínios, e deveria servir de exemplo aos presidentes de clubes no Brasil. É indicado pela FIVA, a federação da especialidade, como o único evento sul americano dentre os 10 melhores do mundo.

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Bugatti Atalante

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Ferrari GTO, e; Hispano, c; Bugatti Atalante, trinca vencedora

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VW muda e mantém projeto

O bater de asas da borboleta na floresta amazônica tem a ver com o desabamento de toneladas de neve nos picos do Himalaia? Parece contra senso, mas tudo a ver e, em especial, com os movimentos empresariais comandados por holdings, caso da Volkswagen liderando 12 empresas de veículos. Mês passado para reformular sua diretoria a alemã Audi, uma delas, resgatou da China o executivo Alexander Seitz, então Vice Presidente comercial. Abriu espaço na operação chinesa e para supri-lo a holding foi pinçar elemento em empresa outra empresa, a VW. Escolha recaiu sobre David Powells, então presidente da operação no Brasil. Aqui havia conquistado as benesses da matriz para reformulação operacional e lançamento de 20 produtos, preparando-a para ascender no mercado, saindo de inexplicável 3ª. posição. Havia igualmente revitalizado a operação de vendas externas ‘a América Latina e Caribe, incrementando a produção para exportações.

O espaço aberto pelo movimento de sua transferência provocou a transferência, leia-se ascensão, de Pablo Di Si, argentino, homem de finanças, para gerir a VW do Brasil, acumulando com América Latina e Caribe.

Pela primeira vez na história desta empresa o substituto tem proximidades com o país. Não é alemão, austríaco ou sul africano, como soem ser os designados, e alinha grande intimidade com o Brasil, costumes, linguagem – aqui foi diretor da Fiat.

Ex presidente da VW na Argentina, lá recuperou marca e penetração no mercado, e terá bom desafio pela frente. Recebeu um bom projeto calcado em 10 pontos – desde a valorização dos colaboradores até os novos produtos. Segundo crê, o mercado automotivo nacional deverá crescer entre 8 e 10% nos próximos 4 anos, fugindo dos projetados 2,8M. Há esperança de boa performance por mercado e rede de revendedores.

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Mercedes inicia apresentar Classe X

Picape, como a Coluna antecipou mundialmente, o Classe X, com previsão de construção na Argentina em 2018 e vendas em 2019, iniciou ser apresentado e detalhado. En San Vicente de Tagua-Tagua, Chile, Mercedes faz test-drive à imprensa sul americana. Argentinos com prioridade.

Questão de cortesia regional, pois o Classe X iniciará ser produzido na Espanha e vendido na Europa ainda este ano. No próximo outros mercados atrativos ao tipo, África do Sul e Austrália. Faz movimento, promove mídia, divulga para ir-se preparando à concorrência com produtos líderes, como Ford Ranger e Toyota HiLux. O Classe X é o Nissan Frontier com re leitura Mercedes. Como aqui já se descreveu, tem bitolas mais largas 70 mm para maior estabilidade e menos reatividade na suspensão. Na prática tal mudança implementa o conforto na rolagem, e daí intenta ocupar lugar acima da disputa a ser estabelecida entre o Frontier e o Alascan, interpretação Renault sobre o produto.

Virá em três versões, Pure, para trabalho; Progressive, meio termo; Power, com trato Mercedes de uso confortável.

Em motorização, três, diesel: L4, 2,3 e 163 cv, 403 Nm, versão de entrada. Progressive mesmo motor, entretanto com dois turbos, elevando a potência a 190 cv e 450 Nm. Power, versão de topo, V6, 3,0, 258 cv e 550 Nm. Transmissão manual de 6 velocidades ou automática de sete, opção de tração total.

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O antecessor, picape W115, 240D, dos anos ’70, e o Classe X

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Fábrica de Automóveis. Vende-se

Grande oportunidade. Fábrica nova,  instalada em Jacareí, SP, próxima à Via Dutra, a 100 km de S Paulo. Área de 1 milhão de metros quadrados,  400 mil  m2 de área construída, capacidade industrial instalada de 50 mil veículos e motores/ano; centro de distribuiução de partes; unidade de fundição de construção recentíssima, direitos de produção, cessão de tecnologia, acompanhamento técnico. Mercado em ascensão.

Preço US$ 64 milhões por 50,7% das ações.

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O comunismo desiste

A Chery capitulou. Única chinesa com fábrica no Brasil, operação relevante com linha de produção, fundição, centro de distribuição de peças, polo de auto peças, empresa não se viabilizou economicamente. Por conta de greves contínuas não consegue produção linear ou cumprir prazos industriais para troca de produtos, além de escriturar prejuízo monumental. Por tais condições decidiu vender metade da operação e o mando no negócio, de acordo com anúncio no sítio da Changjiang Equity Exchange da cidade de Wuhu, sede da empresa, relata o Auto News China - http://www.autonewschina.com/en/article.asp?id=16778

Para empresa estatal chinesa situação é novidade. O regime comunista aplicando no capitalista e tomando prejuízos. Um antagonismo dialético.

No Brasil a empresa a ser vendida desconhece a decisão, e no mercado vigora a teoria do interesse na aquisição pelo empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o Dr CAOA. Sua empresa, montadora de Hyundais em Anápolis, Go, já andou conversando com a Chery para uma aproximação industrial. Questão da sobrevivência ou viabilidade não parece baseada em questões industriais ou mercadológicas, mas tão-somente de caráter trabalhista. O sindicato dos metalúrgicos da região, o vale do Paraíba, por suas constantes greves e geração de insegurança já conseguiu exportar produção empregos da General Motors para a Argentina. O Cruze e sua motorização seriam feitos em São José dos Campos, SP. Repete o caso com a Chery, mas a fama de métodos objetivos precede o Dr CAOA.

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Chery Brasil, à venda

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Roda-a-Roda

Volta e vai – Apesar da negativa Ferrari prepara um utilitário. Código de referência é personalizado, sendo referido como FUV – Ferrari Utility Vehicle. Coisa para  2020. Quer ser o único no segmento,  superior a todos os demais.

Será ? – Proposta difícil. No segmento com foco no mesmo equilíbrio entre conteúdo, propósito e clientes, existirão Bentley Bentayga, Aston Martin hoje dito Concept, e Lamborghini Urus.

Mais – Ford iniciou produzir o EcoSport em Craiova, Romênia, fornecedora do produto para a Europa. Planta também produz o motor EcoBoost 1,0. Mercado europeu de utilitários esportivos cresceu 27% ano passado.

Erado – A superação de vendas do Hyundai HB20 pelo Renault Kwid, exibe consequência adicional: o produto coreano ficou subitamente envelhecido se comparado à novidade. Marca registrada do país, os múltiplos planos, os cortes, tem vida curta.

Mexida – Para ampliar faixas de atuação e melhor aproveitar o bom momento de demanda de seus produtos, Ford adicionou versões S e Tecno ao Ka. Preços entre R$ 44 mil e R$ 52,7 mil. Para o sedã Ka+, versão Advanced e preços de R$ R$ 55,7 mil e $ 60,7 mil.

Ampliação - Toyota abriu o leque de opções para o picape Hilux e a utilitário esportivo SW4 modelia 2018. Hilux tem onze versões, SW4 sete, ambos com três a diesel e quatro flex. Marca formatou Hilux diesel 4x4, cabine dupla, seis marchas mecânicas e SW4 diesel, automática de cinco marchas exclusivamente para vendas em frotas.

Quanto – Preços em largo espectro. De R$ 109 mil a quase R$ 253 mil. No leque de veículos surgiu a opção SW4 com 7 lugares.

Importância – Pela primeira vez a BASF incluiu em sua projeção de cores uma especial para a América do Sul. É o Visual Arete, verde metálico intenso com tons azulados. Segundo a poética descrição do fabricante, ela dança entre o brilho e o mistério, proporcionando sofisticação aliada ao equilíbrio, além de trazer força e resiliência ... Consegue entender e visualizar ? Nem eu.

Supresa boa. Citroën entrará no mercado de comerciais

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Legenda 01: Citroën Jumpy quer liderança

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Jornalistas  presentes à apresentação do furgão médio Citroën Jumpy se surpreenderam. Estavam preparados para ouvir usual torrente de elogios, descrição da fórmula de imbatividade, explicações sobre a superioridade do produto. Coisas usuais. Afinal, tais colocações fazem parte das repetitivas apresentações de novos produtos. Leitores da Coluna já conheciam o Jumpy, nela divulgado desde a decisão da PSA, a holding reunindo Peugeot-Citroën-Dongfeng em montá-lo e a seu espelho Peugeot Partner no Uruguai.

Ve-lo foi interessante, conduzi-lo instigante pois as sensações são automobilísticas – fácil entender, é a plataforma do Peugeot 3008 esticada, reforçada e adequada ao novo trabalho. Curiosidade estava no pacote de providências já tomadas para a holding aumentar substancialmente sua participação no mercado de comerciais. PSA e Citroën apostam no torcer do parafuso da ecologia, restringindo circulação dos atuais VUC – veículos urbanos de carga, representados por Mercedes Sprinter, Renaults Master, Kias e Hyundais – pelos VUL, veículos urbanos leves. São menores, mais baixos, mais confortáveis, mais camionetes e menos caminhões.

Razões

Pretensões elevadas no caso da Citroën – a Peugeot não exibiu seu produto. Quer passar dos atuais 1,3% de participação nas vendas a 6% em 2018 e 12% - quase 10 vezes mais – até 2021. Comerciais leves tem previsão de representar 15% das vendas no país.

Mescla das marcas Peugeot e Citroën terá produtos equivalentes: grandes Boxer e Jumper; médios Expert e Jumpy, pequenos Partner e Berlingo. Produtos fazem uma liga das nações: maiores importados da Itália – são Iveco, empresa Fiat, mudada do Brasil; médios com material importado e montados no Uruguai; leves produzidos na Argentina. Como Peugeot haverá um picape médio – como Coluna também antecipou, projeto franco-chinês previsto para 2020. Na América Latina querem saltar de 200 mil unidades vendidas para 300 mil até 2021. Crescer 50%.

Citroën

Marca montou operação continental para distribuir produtos pela América Latina, e no mercado interno acertou o Jumpy para as condições nacionais, controlando preço inicial para ser o menor do mercado; revisões com preço prévio; seguro de assistência; garantia de atendimento rápido; carro reserva. Importações iniciadas com furgão, diferenciado pelas largas portas traseiras abrindo a 180 graus; porta lateral corrediça; arte para bascular para cima o banco lateral e permitir colocar carga comprida – como tábuas, escadas ou o que tiver até 4m. Transformadoras brasileiras já criaram ambulância, carro de presos, transporte escolar. Haverá versão passageiros em seis meses.

Iniciativa continental tem base europeia, onde as marcas vendem mais de 1/5 do mercado, e garantem ótima saúde financeira – o lucro para fazer e vender os comerciais supera o de automóveis com preço assemelhado.

Mecânica moderna. Monobloco, motor diesel 4 cilindros, 8 válvulas, turbo, bloco e cabeçote em alumínio. Produz 115 cv e 30 Nm de torque, transmitindo movimento às rodas dianteiras. Diz a Citroën ser o mais econômico do mercado – deve ser pela menor cilindrada -, 11,4 km/l na estrada e autonomia de 820 km. No preço inferior, no menor consumo, na prioridade nas oficinas, quer se vender a empresários de comércio e indústria.

Não tem refinamentos construtivos para barrar os preços: iniciais R$79.990 e após lançamento R$ 83.990. Com ar condicionado, faróis de neblina e o ModuWork – o basculamento do banco -, R$ 87.990 logo evoluídos a R$ 91.990.

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Mercedes constata. Fundo do poço tem mola.

O ditado do interior parece ter inspirado o alemão Phillip Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da América Latina. Com vendas e produção caídas pela metade, funcionários sobrando, convenceu seus chefes na mesa diretora da matriz a realizar investimentos na operação brasileira. Aplicará R$ 2,4 bilhões para nova etapa de modernização de suas fábricas no país. Exceto a de Iracemápolis, SP, onde monta automóveis, a grande operação de São Bernardo do Campo, SP, base produtora de caminhões, e de Juiz de Fora, fabricante de cabines, merecerão investimentos para aumento de produtividade e incremento de operações automatizadas, incluindo o novo patamar operacional para indústrias, o revolucionário Indústria 4.0. Dedicar-se-á, também, a desenvolver novos veículos, tecnologia de serviços e conectividade.

Houvesse apenas visão do presente, Schiemer teria comprado caixas de lenços para enxugar as lágrimas advindas dos maus números. Atualmente os da Mercedes são desanimadores: queda de vendas e ociosidade de 50%; excesso de mão de obra. Na prática tem o operacional entre gente e máquinas, mas com produção contida para evitar fazer estoques.

Cruzamento de números de fim da queda econômica, expansão das exportações, crença no crescimento do mercado interno deram a chave para preparar-se a atender as novas demandas dos clientes. O investimento se incorpora aos atuais R$ 730M para modernizar as usinas de São Bernardo e, como lá se pronuncia, J’iz difora. Outros R$ 70M estão direcionados a construir um campo de provas para caminhões e ônibus no antigo canavial integrando a área de Iracemápolis, para ser o maior e mais completo do Hemistério Sul.

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Schiemer. Depois da crise, a recuperação

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Roda-a-Roda

Espaço – Volkswagen iniciou homeopática divulgação de seu próximo sedã, o Virtus. Sobre plataforma multi dimensionável, bons traços, terá vendas iniciadas em janeiro, com apresentação à imprensa nos próximos dias.

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Sedã compacto VW Virtus.

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Mercado – Mercado dá sinais de recuperação – 24% de aumento relativamente a setembro de 2016. Motivos, melhora conjuntural da economia, queda de juros. JAC deu salto pontual. Dobrou vendas em setembro com vendas do SUV T40.

Fusão – Patrocinadora da carioca escola de samba Unidos de Vila Isabel, a Renault-Nissan-Mitsubishi levou o carnavalesco Paulo Barros a conhecer a área de design avançado da Renault, e direito a papo com o holandês Laurens Van Den Acker, seu designer maior.

Futuro – Foi no Technocentre, o centro de pesquisa e desenvolvimento da marca, perto de Paris. Ideia foi ajudar o carioca a moldar o desfile de Carnaval neste ano sob o tema Corra que o futuro vem aí.

 Social – Ford Grã-Bretanha aceitou proposta da Strawberry Energy para instalar 20 bancos inteligentes nas ruas de Londres. Oferece graciosamente rede Wi-Fi e recarga de celulares e tablets .

Herança – Poucas motocicletas são tão referencias quanto as quase cinquentenárias Honda quadricilíndricas. Com base na CB 750 surgida em 1969 e derivações, retocou geração atual, CB e CBR 650F. Numeral indica cilindrada.

Ganhos – Potência ganhou 1,5 cv, passando a 88,5 cv, câmbio de seis velocidades encurtou 2a, 3a 4a privilegiando aceleração nas arrancadas e enfatizando característica auditiva: marcante som dos quatro cilindros DOHC.

Quanto - Duas versões: CB 650 F (R$ 33.900) e CBR 650 F (R$ 35.500); postos São Paulo, + frete e seguro. Diferença decorativa, com a versão R com carenagem sugerindo motos de corrida. Cores vermelho e azul metálicos.

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Quase cinquentonas, inteiraças

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Direcionada – Não é para o motorista cuidadoso, mas a donos de automóveis com elevada taxa de compressão, de 10:1, por exemplo e, especial uso de turbo alimentador. Motores com reduzida taxa de compressão não aproveitarão sua capacidade anti detonante. Octapro suprimiu produção da Premium.Enfim – Ipiranga de Petróleo tem nova gasolina, a Octapro. Mantém a oxigenação pela adição de álcool, e série de aditivos para elevar a octanagem a 96 e outros para ajudar a limpar os resíduos e a porcariada provocada pela queima da mistura ar/gasálcool. Agora as maiores distribuidoras já tem a gasolina adequada aos veículos com elevadas taxas de compressão.

Lei – Subcomissão de Regulamentação do Recall, da Câmara dos Deputados redige Projeto de Lei para unificar chamadas de recall, as responsabilidades dos fabricantes de veículos, e as omissões legais.

Quem - Deputada Christiane Yared (PR-Pr) autora do requerimento, tem 29 propostas de legislação de trânsito, lidera o esforço. Desde 2015 4,5M de veículos foram chamados a correções, e em 2016, dentre os 130 havidos para produtos industrializados, 105 – 3/4 - eram de veículos.

Sugestões? O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Carona – Deputado Alexandre Valle (PR-RJ) propôs suspender a comercialização de veículos com re call anunciado. Entende ser a maneira de evitar a consequência das falhas motivadoras do re call.

Cheiro – Mercedes-Benz Parfums trouxe ao Brasil versão de sua água de colônia, marcada por cítricos – toronja, tangerina e laranja brasileira, mais pimenta rosa, gengibre, madeiras louras, vetiver e almíscar. Eau de Toilette vaporizador de 120 ml. Preço ? R$ 363,00. Coerente.

 Pretensão – Empresários goianos liderados pelo deputado Alexandre Baldy (PODE), foram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sensibilizá-lo à proposta de implantar em Anápolis um polo industrial para materiais de Defesa Nacional. 

Razão - Ancoram o pedido pela cidade ser a base aérea de apoio à Capital; de receber os futuros caças Gripen; de ter estrutura e mão de obra a atividades de metal mecânica; oferecer incentivos fiscais. Lá opera uma das fábricas Hyundai.

Remédio – Quem imagina o passar do tempo induzindo serenidade, Gazet Van Antwerpe relata multa aplicada a octogenária senhora belga. Para acabar com a insônia, em vez de chá e sessão da madrugada, foi dar uma volta em seu Porsche. Apreendida a 236 km/h, Juíza não relevou: US$ 4 mil de multa e suspensão do direito de dirigir por três meses.

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Do meio do canavial para mercados interno e externo

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Polo Jeep festeja 30 meses de produção, liderança e exportação

Trinta meses após ter transformado um canavial em fábrica de veículos, o Polo Automotivo Jeep festeja produção de 300 mil veículos – destes, 40 mil exportados desde Goiana, Pe, para a América Latina.

Fábrica introduziu o topo dos sistemas de administração e produção, o World Class Manufacturing (WCM), uma das especialidades de Stefan Ketter, presidente da FCA no Brasil e América Latina. Operação festeja a implantação em local de mão de obra despreparada; colocar três produtos na linha de produção – picape Fiat Toro, Jeeps Renegade e Compass; conseguir liderança setorial com o Toro, e alternância através dos produtos Jeep. Um recorde industrial.

Chamá-lo Polo indica o fato de reunir, além do negócio FCA, 16 fornecedores de auto peças em torno da operação industrial para obter rapidez e produtividade, melhor indicativo do sucesso do projeto.

O Polo não é apenas uma fábrica no meio do nada no nordeste de Pernambuco, mais próximo a João Pessoa, na Paraiba, que da capital pernambucana. Pela localização é uma usina para fornecimento mundial, iniciando com a América Latina, iniciando suprir o mercado mexicano, recém lançando o Compass na Argentina, maior mercado de exportações no Continente. Os negócios para venda a outros países coloca os veículos construídos em Goiana como os três produtos com maior volume de exportação pelo porto de Suape no primeiro semestre deste ano

O confuso Rota 2030

O programa de balizamento do setor automotivo e desenvolvimento de produtos, tossiu, engasgou, desligou. Dito Rota 2030, para substituir o Inovar-Auto em fim de linha, não conseguiu entrosar-se com sociedade e governo para ser publicado até o último dia 3, para ter vigência a partir de março próximo.

Talvez o não-cumprimento de prazo possa trazer solução aos impasses da importante matéria. Os desentrosamentos ocorreram entre as montadoras e sua associação; desta com o grupo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o MDIC; ambos com a Abeifa, associação de importadores; e entre os órgãos do governo, citado MDIC, e os Ministérios do Planejamento e da Fazenda.

Há que se estranhar a presença destes entes numa questão econômica/industrial como a política do automóvel. Mas são fundamentais, pois por razões não explicadas ou entendidas, o MDIC adotou como base um conceito apresentado no mal fadado Inovar Auto – reduzir impostos ante ganhos energéticos, a redução de consumo. Assim, quer reduzir a 10 pontos os ilegais 30 pontos percentuais aplicados sobre o já elevado IPI dos automóveis importados. E, tratando como benesse democrática e linear, para escapar às críticas da Organização Mundial do Comércio, estender tal acréscimo a todos os veículos vendidos no Brasil, sejam importados ou nacionais! Para reduzir tal aposto, acena com a redução pontual ante o atendimento de metas específicas. Hoje tal desenho concederia redução de 4% aos produtos das empresas cumprindo até 2030 os protocolos acertados para consumo e emissões; 2 pontos ao incremento à segurança veicular; 1 à submissão ao programa de etiquetagem veicular do Inmetro; 3 restantes como incentivo à pesquisa, engenharia e produção no país.

O arrepio com o Planejamento e a Fazenda dizem respeito à parte da redução percentual, por eles considerados como incentivo, rótulo proibido na economia de um país em déficit.

Em meio a tantos grupos de trabalho envolvidos no lapidar de conceitos, aparentemente não se considerou a opinião de outros estamentos da República, em especial aos estados e aos segmentos da mão de obra: aumentar preços dos automóveis não reduzirá vendas, abortando o início da decolagem do setor e seus reflexos de positividade na economia em geral ? não encolherá o ICMS ? a redução das vendas e de produção não dispensarão mão de obra ? E está na hora de desemprego em cascata na cadeia produtiva de veículos ?

Nos rascunhos da estrutura filosófica afastou-se o regime de cotas – atualmente em 4.800 unidades/ano/empresa -, cortado igualmente o adicional de 30 pontos de IPI sobre os importados. Mas no setor vericar-se-á uma incoerência: os carros importados ficarão mais caros. Explicação aritmética: os trazidos do Mercosul ou por acordos comerciais não sofriam a imposição dos 30 pontos adicionais ao IPI. Entretanto com a democratização de nivelamento, elevará o preço de todos, incluindo os importados antes isentos!

O segmento dos importados sem operação no Brasil está alegre. Afinal, os revendedores sobreviventes poderão respirar – antes tinham cotas e vendas mínimas, limitadas pelo super IPI, incapazes de pagar as contas. Mas o efeito Bode-na-Sala tem tal dimensão, que até José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, associação do setor, e da Kia, a marca com maior queda em negócios, concorda plenamente com os 10% adicionais. Gandini é dos poucos importadores preparados para tal convívio: implantou um laboratório de engenharia para sua marca e vender serviços a outros.

Na grande complicação sinalizada pela prometida norma sobra outra dúvida: sem o adicional de impostos, o processo de superficial montagem hoje aplicado a Audis A3 e Q3; BMWs e Minis; Mercedes C e GLA, filhos do Inovar Auto, conseguirá manter-se ou tais operações serão fechadas, mostrando a pouca densidade da regra ora minguante ?

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Autoclasica 2017

Maior evento de veículos antigos na América Latina, o Autoclasica terá impulso na edição 2017. Graças a feriado na Argentina, irá de 13 a 16 de outubro, mantido o local, o Hipódromo de San Isidro, a 50 km da capital portenha. Tem 900 inscritos, destes 300 motocicletas, segmento em grande expansão na mostra, contando com área exclusiva, o Barrio de las motos, com exposição, atrativos, venda de partes, literatura, serviços. Ao lado, sempre impactante feira de itens para automóveis variada em componentes, acessórios, marcada pela rica oferta de literatura. Área esparsa: 9 hectares de exposição.

17a. edição, rica em presença e detalhes, terá como tema principal o 70o. Aniversário da Ferrari, aguardada enorme variedade de modelos da mítica fábrica, incluindo dois exemplares pré expostos no Club de Automoviles Antiguos, organizador da mostra: uma Inter 166/195 e um Dino 246 GT. Ainda o F2004 de Fórmula 1, conduzido por Michael Schumaker em seu último título mundial.

Os 90 anos da Volvo provocarão sólida presença de representantes da marca. Outra comemoração, os 80 anos da categoria Turismo Carretera levará estes peculiares veículos, tão imbricados com a história do automobilismo argentino: cupês aliviados em peso, como os Chevrolet responsáveis pelo surgimento do penta campeão mundial e mito Juan Manuel Fangio. Em termos de antiguidades, além de renca de máquinas a vapor, operacionais, resfolegantes, produzindo ruído e fumaça, o grupo dos Veteranos, com mais de 100 anos, será atração. Dentre estes, um Renault AK 90, de 1907, e o Anasagasti 1912, tratado como primeiro carro feito na Argentina – não o é, mas o Iglesias, de 1907.

Sucesso de participantes, público e a doação da renda de estacionamento a um hospital são indicados como responsáveis pelos preços altos, tanto para o espaço locado pelos expositores, quanto pelas mercadorias à venda. A entrada custa 260 pesos; um choripan, o tradicional sanduiche com linguiça, na edição passada 150 pesos, respectivos R$ 48 e R$ 28.

Autoclasica é o único evento sul americano reconhecido pela FIVA, a federação internacional de antigomobilismo.

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Guillermo Viacava, organizador do Autoclasica

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Roda-a-Roda

Vai ou não ?– Continua a dúvida se a FCA ou partes dela será assumida por empresa chinesa. A FCA não contesta, porém conhecida a gestão da companhia a omissão nada significa: ela capitaliza polêmicas pela imprensa – como a proposta de comprar a GM ou vender a Alfa Romeo à Audi.

Aliás – Neste caminho, seu executivo número 1, brilhante e polêmico Sérgio Marchionne declarou não ver futuro nos carros elétricos, trilha transformada em auto estrada por grande parte dos fabricantes.

Carimbo – No sempre referencial circuito alemão de Nurburgring, o Alfa Romeo Stelvio Quadrifoglio tomou a si a taça de SUV recordista nos 12,9 km, fazendo a volta em sete segundos menos ante o Porsche Cayenne Turbo S. Combinação de menor peso, motor V6, 2,9 litros, dois turbos, 503 cv e tração nas 4 rodas permitiu a surpresa.

Próximo – Pequeno atraso na Argentina postergou produção da versão sedã do Argo, tratado pela sigla interna X6S. Será exibido como pré série ao presidente Macri ao final de dezembro, com lançamento no Brasil em fevereiro.

Antes – O Virtus, sedã construído sobre o Polo, feliz em estilo, sem parecer hatch com um pedúnculo traseiro, sairá na frente: meio de novembro a VW quer apresentá-lo e aproveitar o 13o. salario

Surpresa – Primeiro mês de vendas Renault Kwid surpreendeu o mercado: vendeu 10.358 unidades. Ficou apenas atrás do GM Ônix, superando o Hyundai HB20. Vendeu três vezes mais ante o Fiat Mobi e 400% sobre o VW up!.

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Kwid superou HB20 e é segundo mais vendido no país

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À tona – Em imersão desde forçado a demitir-se por falta de condições de trabalho, Marco Antonio Lage, ex diretor de assuntos corporativos e sustentabilidade da FCA, foi convidado a assumir posto de executivo no Cruzeiro, do futebol mineiro.

Projeto – Acima do imaginado, será  um profissional de renome em negocio em busca de profissionalização. Marco é torcedor a sério. Raposa de pelo grosso comentou à ColunaSerá o nosso deputado. O time já fez incursões políticas, mas foram para as páginas policiais.

Local – MAN Caminhões esclareceu teoria circulando no meio a respeito da origem alemã da cabine dos novos caminhões Delivery. Informou ser trabalho conjunto de designers brasileiros e da matriz na Alemanha, construída aqui. Nova linha inova ao reduzir de porte e tonelagem, nitidamente dirigida às limitações de circulação urbana.

Bônus – KTM disponibiliza seu modelo 390 Duke ABS com desconto especial durante outubro. Reduziu R$ 2 mil no preço final, contendo-o em R$ 19.900 e absorvendo o frete para induzir vendas.

Mais – Estilo Naked, pelado, sem carenagem, chassi em treliça de metal, suspensão frontal Ceriani, e habilidades para ágil uso urbano e em estrada.

Sem noção – Na confusão política instaurada, ano véspera de eleições, tudo o a envolver Câmara e Senado exige cautela pelos contribuintes e consumidores. Pensando em você Senador Ciro Nogueira (PP/PI) escolheu o combustível de seu próximo automóvel: ou álcool ou elétrico. Está em seu Projeto de Lei 304/17.

Sem clareza - Coisa desacorçoada, proibe a venda e circulação de automóveis movidos a combustíveis fósseis. Uma ditadura obrigando consumir apenas carros a álcool e os inacessíveis elétricos.

Na prática – Além da inexistência de álcool para abastecer a frota, e da ausência de carros elétricos ou a capacidade do país em gerar energia, há a se perguntar a quem interessa ou favorece tal iniciativa.

Gente fina – O desvario está para ser relatado pela Senadora Ana Amélia, que é séria. Proteste contra: http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/130612 ou diretamente:O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Boa ideia – Mercedes criou projeto Piloto de Fogão para melhorar qualidade e variedade na comida preparada pelos motoristas de caminhão nas estradas. Montou um trailer com chef, transmite ensinamentos e sugestões. Quer fomentar o relacionamento entre os profissionais e a marca.

Entorno – Faz do negócio uma festa. Leva os topo de linha Actros para test-drive, ônibus com peças originais, re manufaturadas e a linha paralela Alliance. Próximas etapas: 7, 8 e 9 de novembro Posto Marajó Aparecidão, BR 153, km 516, Aparecida de Goiânia, Go, e dias 21, 22 e 23 de novembro, Posto Santa Edwiges, BR 262, km 523 / 521, Luz, MG.

Recorde – PMs paulistanos aprenderam BMW 328i com R$ 7M em débitos de impostos e multas – 1.118! Ford Escort 1996 o supera: 1.788 infrações e R$ 17M em multas.

Conta – Se não houver pagamento carros irão a leilão. Valor líquido apurado será deduzido do montante e pelo restante o estado acionará proprietários.

Desconforto – Ex ditaduras não sabem harmonizar passado e o presente. Brasil criou a Comissão de Anistia para indenizar livremente prejuízos a amplo leque de reclamantes de nem sempre provadas perseguições pelo governo revolucionário.

Lá - Na Argentina colocaram um Ford Falcon 1976 à venda. Carro do Exército, identificado com a repressão, como o foi o GM Veraneio aqui. Imprensa noticiou, Exército e banco encarregados de leilão, o abduziram – sem explicar.

Gente – Ricardo Vitorasso, administrador, ascensão. OOOO Era diretor do consórcio Scania, subindo às vendas de caminhões no Brasil. OOOO Rodrigo Clemente, engenheiro de produção, o substitui. OOOO Ambos já dirigiram revendas da marca, conhecendo produto e mercado. OOOO Barry Engle, presidente da GM na América do Sul, arranjo. OOOO Empresa redividiu o mundo e Ásia, Oceania, Argentina e Brasil formam a GM International, por ele presidida a partir de janeiro. OOOO GM chama os dois países de região Mercosul. OOOO Noção geográfica de multi nacional bem demonstra o apreço pelos mercados. OOOO

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Legenda 03: Mercedes Classe S em carroceria longa, L. Topo

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Mercedes Classe A. No topo

Não é um Mercedes. É Mercedes. É como deve ser visto o novo Classe S, topo de linha do fabricante, rico em equipamentos, incluindo novo motor de elevada eficiência. Para o Brasil virá apenas a versao S 560L, indicando ter mais espaço para os passageiros do banco posterior. Acima, duas possibilidades com versões AMG, o S 63 e o S 65L – este com motor V12, bi turbo, 630 cv.

O conceito de desenvolvimento mirou em fazer o melhor sedã do mundo, baseado em maxima qualidade dos materiais e no processo de construção. Marca-o visualmente nova grade de radiador com três travessas horizontais cromadas e verticais pretas em alto brilho; grupo óptico com três fontes de luz Multibeam Led; novos parachoques dianteiro e traseiro. No interior, no painel, dois amplos displays, cada um com 31 cm, exibindo instrumentos virtuais, permitindo configuração pelo motorista. Há, ainda, head up display, a projeção de informações no parabrisas, à frente do motorista, e as teclas do volante são para deslizar o dedo, como num Smartphone.

Nova motorização é V8, 469 cv e 700 Nm, capaz de desligar 4 cilindros para reduzir consumo e emissões. É 10% mais econômico ante a versão anterior. Nas versões AMG o V8 foi reduzido de 5,5 litros para 4,0 também com dois turbos alojados no V entre as bancadas de válvulas. Faz 612 cv. Na versão AMG S 65, o topo da casa, motor V12 biturbo e 630 cv e poderosíssimos 1.000 Nm de torque.

No rodar confortável, melhorou o sistema de varredura do solo por camera de tv, preparando a suspensão para filtrar as irregularidades. Dentre os sistemas de assistência à condução, dentre os muitos há o capaz de manter distância segura dos carros à frente, o ajuste da velocidade antes das curvas e cruzamentos, e a inclinação da carroceria em até 2,65 graus para o lado interno da curva. Dentre as preocupações de conforto, o banco do motorista avança 7,7cm para a frente, abrindo espaço ao passageiro viajando atrás. O do passageiro bascula e permite criar superfície reta para o ocupante deitar.

Preços, há: S 560L R$ 769.900; AMG S 63 L 4 Matic – tração nas 4 rodas -, R$ 974.900; e AMF S 65 L, R$ 1.166.900