• Home
  • Matérias
  • Carros
  • Volkswagen Polo, no uso prático

Volkswagen Polo, no uso prático


Andamos na versão topo de linha, modelo Highline 1.0 TSI com pacote opcional Tech high avaliado em R$ 74.790,00.

 

Muito bem equipado e ergométrico, é possível encontrar facilmente a melhor posição diante ao volante. Itens de série como, ar-condicionado digital, partida por botão, chave presencial, iluminação diurna em LED, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático, volante multifuncional em couro com paddle-shift e detalhes em black piano e porta-luvas refrigerado dão o conforto esperado.

No modelo que nos foi disponibilizado, contava com além dos itens citados, o pacote de opcionais “Tech High”, que possui: sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, variador de altura do assoalho do porta-malas, antena estilizada, câmera de ré, sensor de fadiga, Discover Media com navegador GPS (USB, SD, Bluetooth, Android Auto, Car Play, MirrorLink) em uma tela de 10,25 polegadas, retrovisor eletrocrômico, faróis com facho automático e temporizador, frenagem pós-colisão, Active Info Display, sensores de chuva e crepuscular e rede no bagageiro, custando R$ 3.300.

O modelo alemão não deixa a desejar quando você busca esportividade, conforto e tecnologia, mesmo sendo um hatch, você se sente em um sedã de luxo. Equipado com motor 200 TSI atinge potência de 128 cv (etanol) e 115cv (gasolina) a 5.500 rpm com torque de 20,4 Kgfm em qualquer combustível, de 2.000 a 3.500 rpm.

Como de costume em modelos equipados com motor TSI, suas arrancadas e retomadas são fora do normal, segundo a montadora ele faz de 0 a 100 km/h em cerca de 9,6 segundos. Em trecho urbano seu consumo ficou com média de 12 km/l e 15 km/l em estradas.

As trocas de marchas são suaves e rápidas. Se o condutor optar em colocar no modo Sport ou fazer as mudanças pelas borboletas atrás do volante é possível extrair muito mais de seu desempenho. O barulho do motor soa mais grave dando muito mais esportividade. Sua suspensão é firme, mas não chega a ser dura e incomodar os passageiros.

O carro está sempre na mão do condutor, sua direção elétrica é leve e precisa, ajudando, quando necessário, realizar uma troca de trajetória, fazer ultrapassagens ou curvas mais acentuadas, unindo o controle de estabilidade e de tração. É necessário muito esforço e imprudência para perder o controle.