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O exitoso Kwid

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Renault Kwid, fórmula para o sucesso

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Nunca parei para tentar quantificar quantos lançamentos assisti, no Brasil e no exterior, em quase meio século na atividade de escrevedor sobre automóveis. Foram muitos, uns dois milhares. Olho no fato, no entorno e nos resultados permitiram desenvolver sexto sentido, aquele dos advogados quando leem os autos, avaliam o cenário, e sabem se terão chance de êxito – ou se é caso perdido. Ou o dos médicos olhando paciente em risco intuem se sobreviverá ou virará estatística. Não decupo as condições, mas vale o pacote produto, forma de apresentá-lo, medida de importância perceptível nos envolvidos no projeto.

Introdução é para justificar o vaticínio: o Renault  Kwid terá muito sucesso.

SUV dos compactos

A favorabilidade das condições começa pela apresentação aos compradores. O slogan é muito bom nesta época de siglas variadas e distorcidas – suv, sav, luav, cuv, crossover, ... -, todas imprecisas, mas Suv dos Compactos atende à moda demandada pelo consumidor, carro com jeito de músculos e força. Estilo bem definido é parcela da conta de favorabilidade. Planejamento do produto indicou a filosofia, e o grupo criador foi mandado à India, onde o Tata Nano, era o carro mais barato do mundo, comprou uma unidade e dissecou-a para entender o produto e o meio ambiente. A versão indiana ficou excessivamente leve, 600 kg e mostrou-se insegura. Aqui aplicaram mais de 100 kg em reforços estruturais. Composição é de bom planejamento: peso reduzido para faze-lo esperto com motor de 3 cilindros e um litro de deslocamento. Pouco mais de 700 kg para 70 cv de potencia, um cavalo para transportar dez quilos, ótima relação – a gasálcool potência é 66 cv. A engenharia fez nova caixa de marchas, com menos 7 kg ante o modelo anterior; e cabeçote do motor sem o variador de abertura de válvulas, reduzindo 6 kg em peso e alguns Reais em custo. Idem para o limpador pantográfico de apenas um braço, e parafusos de fixação das rodas voltando à tradição francesa: 3 por unidade – em relação aos quatro dos outros produtos faz-se economia de 4 parafusos, quatro porcas –reduzindo peso e preço. Sugestão à Renault, apertadas as porcas, há sobra de 2mm para facear com o parafuso. Podem ser reduzidas – 2mm x 12 porcas dá bem uns 20 gramas ...

Preço é parcela na exitosa conta. Por R$ 29.900 leva-se a versão Life, com quatro bolsas de ar, quantitativo não existente no segmento. Carro é pelado, sem ar ou direção – venderá pontualmente. Segundo degrau, Zen, é completo: ar + direção, travas e vidros elétricos a R$ 34.990. Por mais R$ 350, radio com Bluetooth e entradas USB e auxiliar. Deve ser a mais vendida.

Acima, a Intense, R$ 39.990 inclui faróis de neblina com aros cromados, Media Nav 2,0 com camera de ré e tela de 18 cm com tela sensível ao toque. Diz a Renault é o carro de menor consumo no país. Preços para cores básicas. Metálicas, seguindo inexplicável tabela nacional, adicionais R$ 1.400.

Início de vendas pela Internet superou enormemente as previsões e os agora inscritos receberão os automóveis em novembro. Surpresa, a Renault manteve os preços da pré inscrição. Há complementação como garantia de preço contido para revisões para veículos financiados pela empresa. Garante, manutenção é inferior a R$ 1 por dia.

Mede 3,68m de comprimento, 2,42 cm entre eixos, 18 cm na altura livre do solo, ajudam a desenhar a sensação de jipinho, conceito impreciso porém considerado.

Na prática, pelo racional e pelo emocional tem tudo para fazer muito sucesso.

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Virtus, o Polo 3 volumes

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Polo: sedã quase pronto

Surgiu na Internet ilustração do Virtus, o sedã Polo, lançamento no primeiro trimestre de 2018, cinco meses depois do hatch Polo. Ambos construídos sobre e criativa plataforma MQB, capaz de ser esticada e contraída em comprimento e largura, e quem o viu acredita ter distância entre eixos levemente superior à do Polo. Em tal pacote, como o irmão de linha, serão presença importante no mercado, servindo como conquista aspiracional aos motoristas ascendendo em motorização, ou descenso racional a quem busca veículos menores por fora mas confortáveis internamente. Tecnicamente a plataforma é a A0, com eletrônica e conectividade em nível superior ao encontrado em veículos do mesmo segmento B.

Em arquitetura mecânica, seguirá o Polo: 1,0 litro, três cilindros em linha, transversal, turbo, injeção direta, torque e potencia elevados a 128 cv e 200 Nm, transmissão mecânica com cinco velocidades ou automática e 6. Outro será o 1,6 l,  L4, dito EA211 – é empregado na versão superior do Saveiro. No picape produz 120 cv, mas VW quer melhorar rendimento e reduzir o degrau significativo entre os primos 3 cilindros turbo e 4 aspirado.

Produção na pioneira usina de São Bernardo do Campo, SP.

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Argo: sedã quase pronto

Parecia coisa arrumada – como volta e meia ocorre: uma novidade em pré lançamento estacionada em local público, atrativo a fotografias. Deu-se semana passada com o Projeto X6S, a variável sedã do Fiat Argo, substituto de Grand Siena e Linea. Cinco unidades fizeram pose na beirada do Lago San Roque, em Córdoba, no meio da Argentina, onde começou a indústria automobilística de lá. Emanuel Rock, paparazzo do Autoblog.ar fotografou.

Apresentam novidade: distância entre eixos superior à do Argo, permitindo um sedã três volumes confortável e com porta malas de boa capacidade – como o Grand Siena. Quanto à parte mecânica, idêntica ao Argo: por enquanto duas motorizações de quatro cilindros: 1,3, oito válvulas, caixa de transmissão mecânica, 5 velocidades; e 1,8 EtorQ 1,8, 16 válvulas, 135 cv, transmissão idêntica ou automática Aisin com meia dúzia.

Início de produção na Argentina ao final do ano. Vendas no Brasil em prazo desconhecido, porém curto. Direção não aguenta mais as pressões da rede de revendedores, esvaziada em produtos.

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Sedã Argo, ainda sem nome. (foto Emanuel Rock/Autoblog)

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Adesivado para cobrir detalhes, o Polo pré série número 00029 na Fazenda Capuava ( foto VW)

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Polo mascarado: bom de andar

Disfarçado, VW fez apresentação dinâmica do Polo. Convidou alguns jornalistas a dirigi-lo. Eu estava lá. Fiquei surpreendido com o conjunto. Automóvel é fetio sobre a nova plataforma MQB, a mesma do Golf VII, Audi A 3, 4 e 5. Já o vira antes e tive boa impressão e com a sessão de dirigir confirmou minha certeza: se o preço não atrapalhar será fortíssimo concorrente no segmento, em especial porque ao momento do início das vendas, outubro, terá o bom conjunto com motorização 1,0 TSI, - turbo soprando a 1,3 bar, injeção direta, 128 cv, 200 Nm de torque -, e transmissão automática, epicicloidal, de 6 velocidades. Atenderá a quem deseja baixo consumo, ótima performance e o conforto do uso da caixa. Haverá opção de motor 1,6, mas de potencia e torque ainda em definição

Experiência foi no circuito doméstico da Fazenda Capuava, próxima ao aeroporto de Viracopos, e embora não espelhe o tipo de uso do consumidor padrão, permitiu aferir o mínimo – aceleração, frenagem, disposição para retomar velocidade, ótimo acerto entre direção, freios a disco nas quatro rodas e a suspensão McPherson frontal e eixo de torção na traseira.

Confortável internamente – motorista com 1,75m deixa espaço para passageiro do mesmo tamanho no banco posterior. Acomodação boa, ergonomia idem, incremento em conectividade e controles, tudo ajustável em tela, em sistema mais racional e menos nerd. Porta malas pouco menor relativamente ao Golf. Em resumo, se o departamento financeiro não se entusiasmar para recuperar os prejuízos da empresa com apenas um produto, será acontecimento no mercado – ameaçando, inclusive, o futuro do Golf.

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Roda-a-Roda

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Baixo peso + turbo = performance econômica (divulgação Suzuki)

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Surpresa – Salão de Frankfurt, setembro, novidade Suzuki: Swift Sport Turbo. Na segunda geração do bem vendido hatch reduziu peso e cilindrada, conseguindo ótimos rendimento e consumo.

Anda – Preparava conceitos e base para a terceira geração, mesma plataforma, mantido o regime de emagrecimento, pesa apenas 890 kg – na versão 4x4 pouco mais. Motor baixou a 1,4 litro e a aplicação do Turbo elevou a potência a 138 cv.

Performance – Tal desenvolvimento amplia o caminho para absorver compradores. Além da resistência e da boa construção, terá performance significante graças às ótimas relações entre peso e torque ou peso e potencia. A Suzuki continua familiar e solteira nestes tempos de casamentos e conjunções industriais.

Largou – Volkswagen iniciou produzir o Polo. Lançamento início de setembro, vendas em outubro. Na usina da marca em São Bernardo do Campo, SP.

Trilha – Bons números de venda do Ford Ranger entre os picapes médios, pela primeira vez alinhando entre os três mais vendidos – Toyota Hilux, 3.065 unidades, líder, Chevrolet S 10, 2.672, Ford Ranger, 1.559, VW Amarok, 1229 - está baseado no oferecimento de bom conteúdo, motor diesel – embora menor e menos potente – e preço.

Caminho – Toyota quer transformar picada em caminho criando versão de seu picape HiLux a menor preço. Manterá arquitetura mecânica diesel, cabine dupla, mas simplificará conteúdo e decoração. Quer atuar em faixa inferior. Lançamento em outubro.

Razão – Almoço de meia dúzia de jornalistas, David Powels, presidente da VW, pergunta: Porque o Ônix vende mais? Resposta dos seis: o MyLink. Porque? Respondeu a Coluna: pelo fato de o comprador de pouca capacidade aquisitiva se sentir acima dos demais motoristas de carros baratos, nivelado aos carros com sistemas Premium de conectividade como os Mercedes, Audi, etcoetera. A mesma mística de quem compra Hyundai HB20.

Correria – Tempos instáveis, nunca se sabe do prazo de validade dos ministros de estado, e por isto interessados na legislação Rota 20/30, a regra da indústria automobilística para os próximos anos, tem tentado audiências com o ministro Marcos Pereira do MDIC. Querem ter a regra pronta e solidificada o mais rápido possível, para evitar eventual substituição detendo o processo.

Antenas – Fabricantes instalados sob a proteção do programa Inovar-Auto, ainda em vigor, anseiam por definição. Hoje tem pífio índice de nacionalização – alguns recebem os carros pintados -, coisa ofensiva, abaixo da assinalada no Governo Vargas!, baixa produção, alto custo. Há marcas analisando fechar fabricação nacional.

Sinal – Caminho óbvio para não detonar as linhas de montagem em tempos de queda de vendas no mercado interno, é fomentar as exportações. Volkswagen tem feito isto com competência, elevando vendas externas em 52%. Argentina e México são os maiores mercados, e Gol produto mais comprado. É a maior exportadora de veículos nacionais.

Idem – Mercedes tomou mesmo caminho: exporta motores diesel da família OM 460 Euro 3, para Actros, fora de estrada Arocs e Zetrospara a Alemanha. Vão para enfrentar jogo duro em caminhões exportados para África e Oriente Médio.

Gestão – Sob a condução de David Powels, o cargo de presidente da VW Brasil teve atribuições aumentadas para o Continente. E com Vice Presidência para exportações, tem incrementado pontualmente, país a país, participação da marca nas vendas. Exceto Brasil, Argentina e México nos outros 27 países importadores vendas cresceram 105% nos sete primeiros meses de 2017.

Negócio – Vender ao exterior é operação complexa, um compromisso institucional, a criação de relacionamento com importador e cliente, pois não se pode deixar o comprador sem assistência ou garantia de continuidade.

Também – Marcopolo, de ônibus, analisando crescimento de 15,3% relativamente a período idêntico em 2016, acredita ter iniciado período de recuperação no mercado brasileiro. Receita também reagiu crescendo 23,6%.

Conhece? – DAF, marca holandesa hoje controlada pelo capital norte-americano Paccar, fabrica caminhões no Brasil e acaba de entregar a unidade nº 2.000. Comprou-a a Transgobbi, cliente com 15 unidades.

Gente – Alberto César Otazú, 16, piloto de kart, revelação. OOOO Vem de série de vitórias e arrematou-as com a Gold Trophy, após melhor volta e ganhar prova no Kardódromo Ayrton Senna, SP. OOOO É esperança para em poucos anos fazer presença brasileira na Fórmula 1. OOOO Raul Randon, industrial de transporte, agro negócio, vinho e queijo, perfeccionista, aniversário. OOOO 88 anos – e trabalhando. OOOO Tem a fábrica de implementos com seu nome, vinhos e queijos RAR. OOOO

Coluna 3017

Electro, empresa do pacote liderado pela chinesa Zotye, anunciou produto, produção e preço no encontro entre Cadu Barbosa, diretor executivo, e Renato de Castro, novo prefeito de Goianésia, a 170 km de Goiânia. Reunião ratificou compromissos assumidos de parte a parte no ano passado, em ato festivo com o antigo alcaide e o governador de Goiás Marconi Perillo.

Não se resume à produção de veículos pelas marcas Electra e Zotye, mas em espectro mais amplo, liderar Parque Automotivo com empresas chinesas fabricantes de auto peças – vidros, pneus e baterias para veículos elétricos.

Inicialmente, explicou Cadu à Coluna, Electro começa em galpão alugado, com 7.500 m2, na produção de scooters, motoneta elétrica, em outubro deste ano, por 80 colaboradores.

Prevê instalações próprias em outubro de 2019, quando demarrará fazer o VUC – veículo urbano de carga – elétrico, a imaginados R$ 75 mil, e a Zotye o hatch Z100 Logic, importando um SUV. Polo Industrial projeta decuplicar contratações em 2 anos.

Frustrou-se expectativa de o produto da Zotye ser o jipe Stark TAC, da fabricante catarinense mudado para Sobral, Ce. Entendimentos iniciados ano passado para a aquisição da empresa por divulgados R$ 190 milhões, não prosperaram por falta de convergência entre o interesse da quase compradora, e ausência de linguagem comum entre os 106 sócios da TAC. A Zotye esfriou o relacionamento mas não cortou o interesse.

Investimento programado para implantação de Electro e Zotye é de R$ 150M.

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Zotye elétrico. Outubro, 2019, Goianésia.

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EcoSport muda muito. É pouco

Visto de longe o Novo EcoSport 2018, exibe as linhas frontais do Edge, seu irmão mais velho. Para o Mercosul, revitalização do produto com cinco anos de mercado. Para EUA objetivo muito maior, daí ter a assinatura familiar para os SUV da marca.

Caracterização adicionou itens de segurança, como bolsas de ar para joelho, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, mais conectividade e tela com 20 cm, maior dentre os concorrentes. Motorização por novo L3 – tri cilíndrico, 1,5 aspirado, 130/137 cv, 15,6/16,2 m.kgf de torque, importado da Índia. Na versão de topo, Titanium, L4 Duratec, 2,0, aspirado, injeção direta de combustível, o mais potente da cilindrada, 170/176 cv e 20,6/22,5 m.kgf de torque, respectivamente para gasálcool e álcool.

Transmissão mudou. Saiu a deficiente, problemática e teimosa Power Shift de duas embreagens, entrou automática 6M. Nas versões 1,5, opção mecânica 5M.

Carro bom, concorrência grande. À sua frente Jeeps Compass e Renegade, Honda HR-V, Hyundai Creta. Atrás, dezena de concorrentes.

De volta ?

Ditado jurídico diz, A lei não protege a quem dorme. Na prática, bobeou, dançou. Caso da Ford Brasil, ao segurar custos para a mudança ocorrida há 5 anos. Historicamente começou bem ao criar o EcoSport divergindo da operação europeia para a construção de um, como chamado à época, LUAV – light urban adventure vehicle - veículo para aventuras urbanas. Lá fizeram-no careta, sem atrativos estéticos, pouca distância entre longarinas do chassi, limitando motores de máximo 1,6 litro. Parecia perua pequena e alta. Não deu certo, foi-se em três anos de decepcionantes vendas.

Aqui, conta o folclore, o mítico engenheiro chefe da Ford, o francês Luc de Ferran, e João Marcos Ramos, chefe de Design dividiam moqueca de siri mole no Mistura Fina, bom restaurante no caminho da fábrica de Camaçari. Queriam melhorar a proposta europeia e, com coragem, antes da sobremesa, Luc teria rabiscado modificações na estrutura buscando mais resistência e receber motores com maiores dimensões, cilindrada e potência. Ramos entrou no desafio, fazendo os primeiros traços na mesma toalha de mesa, ao final não cobrada pelo dono do restaurante.

Divido com o leitor uma dúvida: porque todo projeto vitorioso é apresentado como nascido em guardanapos e toalhas ? Este pessoal é turbinado por álcool ? O lazer é criativo ? O ambiente de trabalho não permite inventividade ?

Sono

Projeto de Ferran e Ramos, muito melhor, atendia à necessidade interna de fazer uma família sobre a plataforma do Fiesta, não foi aceito pela Ford Europa, mas aprovado para Brasil e Mercosul. Era bem arrumadinho e, mesmo sem pressentir o desejo de consumo, foi um sucesso, gerou ágio, logo agregado pela Ford ao preço, distanciando-o do Fiesta, conseguindo o maior lucro unitário dentre automóveis nacionais.

Único no segmento durante uma década, fez lucros recordes e o surgir do primeiro concorrente, o Renault Duster, coincidiu com o início da queda de rentabilidade da Ford, tornando-se deficitária. Vem caindo. De líder no segmento, estável na quarta posição de vendas, desabou ao sexto lugar. Com a revitalização quer manter a quarta posição em vendas.

Parece difícil. Apesar de refrescar a parte frontal, melhorar o conteúdo, a conectividade, reduzir o preço na versão de topo, a Titanium. Básica e intermediárias tiveram-no aumentado, porém diz a Ford, em valor inferior à adição de equipamentos.

Manterá a quarta posição de vendas ? Será surpresa, pois o Eco peca em medida indicadora de projeto defasado: à vista dos concorrentes tem a menor distância entre eixos, responsável por conforto aos passageiros do banco traseiro.

Envios para o mercado dos EUA não serão providas pelo Brasil, mas pela India.

Novo EcoSport Quanto custa

Versão

R$

SE 1.5

73.990

SE 1.5 AT

78.990

FreeStyle 1.5

81.490

FreeStyle 1.5 AT

86.490

Titanium 2.0 AT

93.990

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Vida dura. Novo Eco tem dezena de concorrentes

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Picape e SUV, os novos Volkswagen

Ex líder de mercado, ex fabricante do veículo mais vendido do país, Volkswagen está num processo tentativo de recuperação de participação e lucros. Separou R$ 7B para mudar todos os produtos até 2020.

Mudar tudo significa construir os substitutos dos atuais – exceto up! -, e Golf, pela plataforma MQB, base a ser esticada, encolhida, permitindo montar produtos de diversas dimensões e motorizações. Primeira novidade, o Novo Polo, nos preparativos finais para apresentação em setembro. Após, 1o trimestre de 2018, o Virtus, sedã sobre ele desenvolvido, e mais dois outros: um SUV, como sendo um Tiguan em menores dimensões, e um picape, pela primeira vez assumido pela Volkswagen, no caso por seu presidente David Powels. Não detalhou, mas não será substituto do Saveiro: terá porte maior, mirando no bem sucedido Fiat Toro, hoje o mais vendido do país.

Polo

Já foi e quer voltar a ser o VW melhor construído. Será em São Bernardo, usina pioneira, reformulada para receber o antigo Polo. No caso, plataforma MQB, motorizações de 1,0 a 1,4 TSI, caixa automática de 6 velocidades, e enorme lista de itens de eletrônicos de segurança. Como disse o CEO da empresa, um carro aspiracional para a classe média. VW o trata como evolução.

Detalhado aos poucos, fotografei o painel da versão de topo: eletrônico, cria tela no recesso dos instrumentos e ali permite escolha de funções: de tela 25 cm para GPS e indicações digitais ou falsos desenhos de instrumentos. Há tela adicional, em meio do painel, com 20 cm e funções acionadas pelas pontas dos dedos.

Segue linha saudosista, como o fez o Fiat Coupé ao início da década de ’90 e o recém lançado Argo: faixa central é em plástico pintado, como então eram os carros esportivos.

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Painel do Polo. Restante em setembro

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Roda-a-Roda

Pega - Grandes marcas automobilísticas estão em curiosa peleja: dar aos sedãs grandes com comportamento esportivo. Uma mão-de-obra para fazer estes carros com peso de picape grande ter comportamento sério - andar na reta; fazer curvas; acelerar; frear.  

Gato - Jaguar tomou o sedã XJR, no meio caminho para substituição, aumentou potência do motor V8 5,0 litros, soprado por compressor, elevando o torque a 700 Nm e potência a 575. Com o numeral batizou a versão. Motor é Ford, pré fase EcoBooster. Outros Jaguar iniciaram trocá-los pelo novo e próprio Ingenium.

Papo Rápido - 0 a 100 km em 4,4s, 300 verdadeiros km como velocidade final. Lançamento com entrevista feita pela jornalista Amanda Stretton a Wayne Burgess designer chefe da marca, num automóvel, a 290 km/h. Aqui https://www.youtube.com/watch?v=U-FPIi-bNc4&feature=youtu.be

Pioneiro - Renault prestigiou o mercado chileno, fabrica transmissões para seus veículos da América Latina. Primeiro a ter seu o mexicano picape Alaskan, baseado no Nissan Frontier. Custa, versão cabine dupla, 4x4, R$ 106.000.

Mercado - Talvez pelo fato de ser virado ao Pacífico, Chile tem outra mentalidade, funciona bem, não restringe o comércio, permitindo importações gerais. Todas as marcas estão presentes em seu pequeno mercado, onde o imposto de importação é 10% - nada de 35% como na Argentina e no Brasil. IVA, único imposto interno, em torno de 18%.

Nada - Apesar do acordo comercial com o México, Renault Brasil não o trará. Esperará produção argentina. Aqui, fim de 2018.

Futuro – Não deu certo a compra da TAC e seu jipe Stark pela chinesa Zotye. Planos eram retomar a produção, focar no mercado externo com o Stark, aplicar-se ao interno com colocação de motor ciclo Otto, flex – e isto tem cara de Fiat 1,8 -, e lançar um picape.

Negócio – Se não der acerto com os chineses da Zoyte, é oportunidade a interessados em entrar no setor num segmento onde há apenas o jipe Troller. Produzir o jipe Stark demanda pequena estrutura de pessoal e maquinário.

Equilíbrio – Procon e Secretaria Nacional do Consumidor questionarão a ANAC, da Aviação Civil para entender porque assentos nas filas de emergência – onde se exige colaboração dos passageiros em caso de necessidade de abertura da saída – são pagos como assento conforto. E porque nos bancos sem reclinar o encosto não há desconto.

Coleguinhas – A jornalistas interessados na cobertura do NAIAS 2018, o Salão na nevada Detroit, EUA, agência de turismo junto com a Delta Air Lines oferecem descontos de 3 a 10% para os dias de imprensa, 14/16. janeiro. www.delta.com/meetingou agencia Altour 00.517.333.5878

Leilão – Tens bom gosto ? Gosta de automóveis ? Conhecimento no tema ? Saldo Bancário? Respondendo Sim, inscreva-se para lance, pague US$ 200 e prepare-se. Russo and Steelle, leiloeiros de carros chiques farão destaque ao seu 17º Leilão Anual em Monterey, CA, 17/19.agosto, durante a Holly Week, – Semana Santa do Automóvel.

Preciosidade – Automóvel especial, AC Cobra – rolling chassis e carroceria em alumínio pela inglesa AC, motor V8 Ford Windsor 289, 1965, um dos últimos MK II. Mesmo dono desde 1975, restauração em 2012/4, quase original, exceto por câmbio mecânico de 5 marchas. Afim?  www.russoandsteele.com ou ligue + 001.602.252.2697.

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AC Cobra segunda série. Tens bom gosto e $$ ?

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Gente – Nissan América Latina novas mudanças internas: OOOO Santiago Castro, engenheiro mecânico, diretor geral da operação chilena, novo diretor de Pós Venda Latin America. OOOO Diego Felices, mesma formação e mestrado em Manufatura, VP de vendas America Latina, novo dg Nissan Chile. OOOO José Luis Montiel, formado em REL, diretor de projetos estratégicos na região, ido a VP de vendas. OOOO Alexander Ferguson, também engenheiro, gerente sênior de Vendas Nissan Brasil, aumento de território: os 38 países da Região. OOOO Nissan é pole position em mudar pessoas, funções e produtos. É o fabricante com maior giro no setor. OOOO David Nilleman, CEO da Azul, renunciou. OOOO É o novo Presidente da empresa, onde não se acumulam cargos. OOOO Massuo Murakami, aposentado, ex diretor da Honda e presidente da Abraciclo, passou. OOOO Deixa histórias, causos e muitos  amigos. OOOO

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Compass, mais tecnologia e opções

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Jeep Compass. Mais vendido quer vender mais

Líder em vendas no segmento, suv Compass da Jeep lançou linha 2018 para ampliar clientela e manter-se à frente. Criou nova versão, a Limited Diesel, intermediária entre Longitude e Trailhawk, e implementou interconectividade, compatibilizando com sistemas Android e Apple Car Play em tela de 7”. O esperto motor 2,0 Tigershark flex, até 166 cv, recebeu o sistema Stop/Start. Junto com alternador especial e bomba de combustível inteligente permite reduzir consumo em até 11%.

Aplicou atrativos às versões existentes, como revestimento em couro nas versões Longitude, rodas 19”para as Limited, agregou eletrônica de segurança para controle de velocidade adaptativo, avisos de colisão frontal e desvio de faixa.

Nova versão Limited Diesel emprega motor MultiJet 2,0, 170 cv e 35,7 m.kgf de torque, transmissão automática de 9 marchas. Como em todos os diesel, tração é nas 4 rodas.

No esforço de agregação de atrativos o ar condicionado passa a ser digital de duas zonas, e houve aumento de opções em cores, incluindo a Ski Grey, do couro do revestimento interno nas versões Longitude. Há, ainda, cinza claro, caramelo e preto. Externamente o Verde Recon, caracterizadora da série 75 Anos da Jeep, aplicada ao Renegade, passa a ser de série no Compass.

Agregações de decoração não reduzem o esforço mais mantê-lo como o SUV com maior conteúdo tecnológico dentre os fabricados no país.

Jeep Compass 2018 – Quanto custa

Versão

R$

Sport Flex AT6 4x2

105.990

Longitude Flex AT6 4x2

114.490

Limited Flex AT6 4x2

131.990

Longitude Diesel AT9 4x4

141.290

Limited Diesel AT9 4x4

157.990

Trailhawk Diesel AT9 4X4

158.990

 

Uma estrela no caminho do picape

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Mercedes Classe X, picape Premium

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Como aumentar participação, vendas e lucros num mercado suicidamente competitivo ?

Mercedes foi atrás de melhorar seus automóveis, tratar de dar-lhes cara de maior esportividade, conquistar clientes com menor faixa etária. E criou linhas novas como as Classes A e B, e incrementou a produção de utilitários esportivos com a família G.

Uma olhada às projeções de mercado viu dado cintilar: em 2025 imagina-se a venda de 2.800.000 picapes no mundo. Outra, no orçamento, mostrou enorme custo para desenvolver um destes veículos, ao qual a marca nunca se dedicara – há exceção argentina cometida sobre sedãs 170 e, ao início dos anos ’70, com diesel 200 e 220, coisa abaixo do milhar.

A solução estava próxima: em existente acordo comercial com a Nissan para a área de automóveis. Fizeram sinergia, e o picape Nissan, a ser feito na Espanha e na Argentina atingiria os maiores mercados: Europa, Austrália, África do Sul, América Latina. EUA, desejado, é incógnita ao gostar de coisas volumosas, camionais, embora neste ano volte a fazer o médio Ford Ranger.

A operação para as Américas do Sul e Latina teria outro desenho. Nele a Nissan retiraria a produção de picapes do Brasil, transferindo-a para a Argentina, e a cessão, pela associada Renault, de espaço em suas instalações em Córdoba – a velha fábrica do Jeep. Nele a marca japonesa construiria cerca, escritório, e galpões para produzir e administrar picapes.

A Renault também quis um, no caso em nível acima do Oroch. Um carro básico, três marcas, a operação tri partite foi planejada como Nissan produzindo o picape médio, aqui chamado Frontier. Para diferenciá-los, Renault fez pequenas intervenções personalizando seu produto – grade, grupo óptico. Mecânica comum, com o recente motor Nissan diesel, quatro cilindros, 2,3 litros de cilindrada, 163 cv e 45,8 kgfm de torque, tração nas 4 rodas, transmissões mecânica e automática. Motor sem mudanças, exceto na aparência, modificando a tampa acústica, com emblema de cada marca.

No caso da Mercedes, não integrante da Aliança Renault-Nissan, operação um pouco mais complexa, pois a marca alemã não desejava apenas mais um produto, mas iniciar um novo caminho, o do picape Premium. E sobre o Frontier fez amplas modificações.

A Estrela

Para tomar um novo caminho é se imaginar, após muitos papéis, reunião na matriz, em Stuttgart, passo importante, após definir a possibilidade, Dieter Zetsche, para os íntimos o Doctor Zee, nº 1, mandão simpático, líder incontroverso, tenha dado o dever de casa a Volker Mornhinweg, comandante do negócio de Vans,encerrado com o ensinamento do gênio Leonardo Da Vinci: Não se volta quando a meta é a estrela.

Dificilmente Mornhinweg terá visto o filme Tropa de Elite, mas trilhou o procedimento enfatizado pelo Capitão Nascimento, recebeu e cumpriu a missão. Segurou os custos, porém conseguiu dar novo espírito ao picape Frontier transformando-o em Mercedes. A aura nipônica é apenas perceptível na linha de perfil lateral. No mais, tem identidade própria. O design personalizou-o mudando para lamas, grupo óptico e grade. Atrás, embutiu as lanternas traseiras na caçamba. Dentro, trabalho no interior das portas para ganhar 7 cm na largura, e um tratamento mercediano em detalhes, isolamento termo acústico, materiais de qualidade. Na mecânica aumentou as bitolas dianteira e traseira, aproximando as rodas do limite da curvatura dos para lamas, arrematados por alargadores. Dinamicamente reduziu a aspereza no rodar picapeano, tornou-o mais estável e fácil de fazer curvas. Na estética colheu resultado de disposição esportiva ante as linhas. Mecânica com opção de dois motores diesel: Nissan L4 e Mercedes V6 também turbo, 254 cv, 62 m.kgf de torque, câmbio automático 7 velocidades. Tração nas rodas traseiras, transferível às 4 rodas, ajustável por botão. Desenvolveu novo trambulador para a alavanca de marchas.

Suspensão dianteira por triângulos superpostos e traseira com eixo rígido e multi ancoragem, com molas helicoidais.

Capacidade de carga pouco acima de 1 t, altura livre do solo em 20 cm e apto a cruzar rios com até 64 cm de vau.

Foi apresentado nesta semana na África do Sul. Vendas, Europa, novembro; África do Sul e Austrália início de 2018, com unidades produzidas na Espanha; Argentina e Brasil, com produção argentina, a ser mostrado no Salão do Automóvel, outubro 2018, vendas início 2019. EUA, em estudos.

Para os mercados europeus e australiano, três versões com nomes auto indicativos: Pure – pelado; Progressive – em ascensão; Power – eu tenho a força! Aplicações desde o trabalho áspero, até o grande uso, ser automóvel Mercedes com porta malas grande. Quer chancelá-lo como primeiro picape Premium.

Preço ? Apenas por citar, versão L4 43.000 euros – na Europa. Aqui ? Tome como parâmetro o seguinte: ao lançamento considere os preços das versões do líder do segmento, o picape Toyota Hi Lux. E aplique pontualmente, versão por versão, uns 10%. Diesel V6, outros 10% sobre a versão L4. Uma espécie de ônus da estrela.

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A pimenta da Volkswagen

Empresa criou oportunidade político-comercial-mercadológica para estender versões Pepper conhecida no Fox, às linha up! e Saveiro. Integra política de reavivar a marca em busca das vendas perdidas e criar evento para dar alento à rede de revendedores: nova opção nas três linhas de produtos e assinalar a volta de Gustavo Schmidt, agora Vice Presidente para área comercial, passo interno para significar o início da arrancada para novos tempos, tipo nova VW.

Embora designada especial é de produção normal pois substitui a anterior versão Highline - coisa prática, enorme lista de versões apenas atrapalha a cabeça do comprador e atrapalha a vida da hora dos reparos, pois a atual política de estoques não permite ter todas as partes de todos os modelos e versões. Rotulada de 2018, e composta pela agregação combinada de equipamentos de conforto, decoração e implementação do infodivertimento e conectividade. Em Fox motor de nova geração EA211, quatro cilindros, 1,6 litro, até 120 cv, transmissão de seis velocidades. Oferecem performance agradável, aceleração da imobilidade aos 100km/h em menos de 10s, velocidade final em torno de 190 km/h, consumo contido em gasálcool ou álcool. No Saveiro, o motor antigo EA111, 1,6 litro e 104 cv. Transmissão de cinco velocidades manual ou automatizada I-Motion. Na sempre surpreendente versão TSi de três cilindros, 1,0, 105 cv, turbo, flex.

Equipamentos

A ideia de compor espírito esportivo parte da cor vermelha e se estende às branca, preta e prata combinando com itens diferenciativos de acordo com as versões. Em todas os espelhos retrovisores externos são pintados em cor diversa da carroceria e nas brancas, prata e vermelhas o teto poder vir preto. Na competição com o líder Fiat Strada, o Saveiro se diferencia pela aplicação de câmera de ré. Pepper há nas versões de cabines estendida ou dupla.

O up! se diferencia dos demais. Achou seu lugar na relação de produtos da VW – é o menor mas não é o mais barato, nem tem missão de ser o mais vendido -, e por tal liberdade oferece composição mais rica, desde a direção assistência elétrica, sinal de modernidade tecnológica, volante multi funcional, retrovisores externos com sinaleiras – o da direita muda o ângulo quando engatada a marcha a ré, sensor de estacionamento traseiro – faltou a câmera de ré -, sensores de chuva e luminosidade.

Melhor equipado é o Fox: controle eletrônico de estabilidade, monitoramento da pressão dos pneus, assistência de partida em rampa, luzes de curva, câmera traseira, duas opções de multimídia: infodiversão Composition Media e Discover Media, mais completo. Em todos identificação far-se-á por adesivo plástico.

Quem interpretou o nome da versão como ilustrativa a aumento de performance, frustar-se-á. Hoje a indústria do automóvel poupa seus reais em comportamento esportivo, optando investir em conectividade. A cada dia o automóvel roda para o fim, e o fim incluirá os fabricantes. Em seu lugar, a Apple, a Google, o pessoal da tecnologia, pois automóvel será apenas invólucro com rodas de tecnologia da conectividade.

Quanto custa

Modelo

R$

up!

57.900

Saveiro C Estendida

67.810

Saveiro C Dupla

71.090

Fox 6 marchas mecânico

63.110

Fox 5 marchas automatizado

66.510

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Pepper incrementa linhas Fox, Saveiro e Voyage. Nova VW

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Roda-a-Roda

Mais um – Jaguar ampliou linha utilitária esportiva, SUV. Após o F-Pace, fez o E-Pace, menor, sobre base do Discovery Sport. Motor próprio Ingenium 2 litros, gasolina, turbo, 300 cv ou diesel 150 CV, suspensão independente, freios a disco nas 4 rodas, harmonia de sistemas eletrônicos de conforto e segurança.

Dúvida – Diz a Jaguar, ideal para a família moderna, com enorme quantidade de exigências atuais de infordiversão. Enfatiza quatro pontos de carga 12v e cinco saídas USB. É para família ou reunião de nerds?

Conteúdo – Adota os conjuntos de cuidados eletrônicos disponíveis em outros Jaguar e Land Rover, como tela de 25 cm, projeção de dados no para brisas, sistema de leitura de fluxo de trânsito, frenagem automática. Pretendem-no o mais vendido, mas custará acima de Audi Q3 e BMW X1. Ou seja, aqui não fará vendas elevadas.

Mais – Nome Pace, em inglês Ritmo, resgata slogan da marca nos EUA: Grace, Pace, Space. Ante as linhas, semelhantes a um cupê anabolizado, cria ocasião para intermináveis discussões: é utilitário esportivo ou esportivo utilitário?

Mais outro – Ao lançamento, efeito para impressionar: um salto com giro completo no ar. Está em https://youtu.be/9yatAJVA_4E.Fãs do agente 007 no filme O Homem da pistola de ouro já viram proeza pioneira com AMC Hornet:https://www.youtube.com/watch?v=fzCIbhLUUA0 Foi muito mais difícil fazer com um projeto antigo.

Questão - Se vender bem responderá a questão: até que ponto resultados de pesquisa influenciam em compras ? Pelo ultimo levantamento da JD Power é uma das piores marcas em defeitos.

Mais – Início da produção do Nissan Kicks em Resende, RJ, exigiu implantar segundo turno. Presidente da empresa, Marco Silva, iniciou novo ciclo e foi conhecer/cumprimentar os 600 novos funcionários. Ficaram satisfeitos. Governo (?) do Estado do Rio, também. Há tempos não se ouvem notícias boas por lá.

Assistência – Ato raro, Ford disponibilizou a mecânicos de oficinas não-autorizadas, livro digital feito em conjunto com o Senai: Sistemas de Injeção Eletrônica dos Motores Ford. 250 páginas com informações de eletricidade e eletrônica básicas. Para motores Rocam em Ka, Fiesta, Courier e EcoSport.

Melhor e Pior – Empresa JD Power fez levantamento de qualidade no mercado dos EUA, perguntando a 80 mil compradores sobre primeiros meses dos carros O Km. Listou as indicações de defeitos para centena de veículos.

Melhores – Kia é a marca com menos problemas. 31 compradores a cada 100 precisaram serviços. Colada, Genesis, de luxo da Hyundai, controladora da Kia. Após, Porsche. Hyundai, controladora da Kia, ficou em oitava posição.

Piores – Fiat, Jaguar e Volvo. Land Rover, mesma produção da Jaguar, duas posições acima como menos pior.

Questão - Qual é a linha invisível a costurar as últimas colocações? São todas marcas em nova fase, compradas por empresas de outros continentes, outra formação e postura gerencial, seguramente superiores às gestões anteriores.

II - Caso Fiat mais curioso porquanto sua marca de picapes, a RAM, está em quinta posição de qualidade, acima de BMW, Nissan, VW.

Será ? – A má posição Fiat nos EUA, impeditiva ao crescimento, deve exigir horas de trabalho a Stefan Ketter, presidente da FCA na América Latina, mas especialista maior em construções e manufatura. Foi quem mudou e aperfeiçoou métodos e processos no Brasil, perceptíveis no Argo – outra categoria dentre os Fiat. Problema nos EUA pode acelerar sua transferência.

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Gráfico de qualidade marcas EUA

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Assistência – Ato raro, Ford disponibilizou a mecânicos de oficinas não-autorizadas, livro digital feito em conjunto com o Senai: Sistemas de Injeção Eletrônica dos Motores Ford. 250 páginas com informações de eletricidade e eletrônica básicas. Para motores Rocam em Ka, Fiesta, Courier e EcoSport.

VilegiaturaVais ao norte da Itália em férias ? Gostas de automóveis mais ou menos antigos? Em agosto Slow Drive, agencia especializada em aluguel de carros de época oferece vantagens para aproveitar melhor.O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

História – Ford Escort XR3, comemora 35 anos. Surgiu em 1982 na Europa. Aqui em 1983, marcando o início da europeização da filial brasileira. Sigla indicava a indicava a 3ª. proposta de Experimental Research, pesquisa experimental. Motor 1,6 a álcool, 82,9 cv, rebaixado, defletor dianteiro, aerofólio traseiro, bancos esportivos, teto solar com persiana interna, sonho de consumo. Durou até 2003.

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Actros, no mix-road também transporta combustíveis

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Actros, pesado da Mercedes, amplia seu uso

Após aplicar ao seu caminhão Actros modificações e sugestões de frotistas e motoristas nacionais, Mercedes-Benz tem acompanhado seu crescimento de vendas. Para levar conhecimento aos operadores e motoristas, criou a Websérie Actros para demonstrar o crescimento do caminhão pesado na diversificada aplicação no país. A Webserie é veiculada nas redes sociais, no canal da marca no Youtube, e na página da Mercedes no Facebook. O primeiro vídeo atingiu 18.500 visualizações e 1.000 curtidas apenas no Facebook.

Novo episódio foca motoristas de caminhões em atividade de projetada expansão, o transporte de combustível e derivados de petróleo. 90% de tal movimento é feito sobre caminhões por distribuidoras, postos, transportador revendedor retalhista, usinas de álcool, recuperadores de óleo. O Brasil é o sexto país do mundo em consumo de petróleo, terceiro no segmento de transporte.

O Actros assegura elevado nível de conforto durante o trabalho e o descanso do motorista, o que resulta em produtividade e segurança para a sua jornada diária”, diz Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. O Actros também oferece força, robustez, resistência, disponibilidade e reduzido custo operacional para as empresas de transporte, para que elas alcancem a rentabilidade desejada.

O Actros passou por desenvolvimento tornando-se capaz de operações rotuladas de mix-road, utilizando estradas asfaltadas e vias não pavimentadas.